Sábado, 31 de Dezembro de 2011

Coisas que para mim são ciências ocultas

Fazer bainhas. Para mim, isto e física quântica situam-se ao mesmo nível.

Não sei, nunca soube, e nunca irei sequer ter a menor ideia de como é que isto se faz. É mais fácil pedir a alguém que as faça, ou pagar para isso. Se bem que acho que ontem fui gamado, já que me levaram 30 euros para me arranjarem duas calças.

E é com bainhas que fecho 2011. Mas quem é que se lembra de escrever sobre isto? Pois, ninguém. Tenham mas é um 2012 jeitoso e sem muita chatice, que isso é o que se quer.

Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011

O I Guia online sobre: Como evitar/sair da friendzone. Capítulo III: Técnicas preventivas

Sempre ouvi dizer que "mais vale prevenir que remediar". E este brocardo assenta que nem uma luva à questão da friendzone: antes que se caia nela, há que envidar todos os esforços para não ser engolido por ela. É que uma vez "lá dentro", a tarefa de contorná-la é hercúlea.

Por isso, aqui vão algumas dicas que vos podem ajudar a evitar este flagelo que cada vez mais afecta um número crescente de jovens mancebos. Cumpre, porém, chamar a atenção para o risco elevado destas técnicas - ou tácticas, como preferirem - uma vez que podem afastar o vosso alvo de forma permanente, se não forem bem aplicadas, ou mal interpretadas. Mas isso depende do tacto de cada um, não se ensina.

a) Evitem ser gajos demasiado sensíveis. Elas cheiram sensibilidade a milhas, e é exactamente esse factor que em muito contribui para que elas vos queiram como amigo. Um tipo sensível é aquele que está mais predisposto a aturar as cenas dela, a ser confidente, a ouvir horas e horas e horas e horas e horas de desabafos, no fundo, um gajo que seja o ouvinte perfeito e que compreenda os dramas insolúveis e trágicos que ela pensa que tem. Claro que isto não significa que sejam uma besta, com o tacto de um separador de autoestrada. Apenas sejam como um gajo "normal". Bola, gajas, carros, um pouco de política e actualidade mundial, festas, jogos de computador em dose q.b. e uma pitada de cultura geral. Esta última parte dá charme, para contrabalançar o resto dos tópicos. Mais uma vez chamo a atenção: fujam de desabafos como o Diabo foge da cruz.

b) Não estejam sempre disponíveis para ir acompanhá-la onde ela quiser. Não vão ao café sempre que ela vos sugira, por exemplo. Digam que já têm cenas combinadas com "o pessoal". Não caiam é no erro de dizer que vão com uma amiga, porque isso cria atritos evitáveis. Deixem a coisa numa zona cinzenta, para criar a dúvida.

c) Quando estiverem com ela, não digam "amén" a tudo o que ela diz. Até porque a maior parte das vezes, um gajo não ouve cerca de 60% da conversa. Um tipo liga os filtros e foca-se nas diferentes posições sexuais que poderia estar a ter com ela naquele momento, enquanto ela fala não sei do quê da amiga do trabalho que tem um problema com o namorado. Estejam descontraídos e - isto é importante - flirtem. Não vou estar a explicar aqui como isso se faz, até porque não sou nenhum expert na matéria, mas mandem umas dicas subtis, sem serem muito bardajões ou descarados. Um flirtzinho inocente, soft, feito com classe, cai sempre bem. Se virem que ela não entra no jogo, convém ser humilde e parar, sob pena de estarem a fazer figuras de urso.

São apenas alguns exemplos que vos podem ajudar a não serem rotulados de amigos, ou pior. "como irmãos". Basicamente, ajam como um homem, aparentando desinteresse, mas dando algumas dicas como quem não quer a coisa. Deixem-na minimamente confusa, curiosa sobre vocês. Não é garantia de nada, mas pelo menos não caem na friendzone, ou têm menos hipóteses de ir lá parar. Para dicas mais concretas, sintam-se à vontade de contactar-me via mail. Estou cá para vocês, meus caros.

Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

Coisas que me irritam LII

Pessoal que tem grandes carros e anda para lá de devagar na estrada.

É quase científico: sempre que tenho um BMW, um Mercedes ou um Audi à minha frente, vão invariavelmente a pisar ovos e a empatar o trânsito todo. O que não se percebe.

Não defendo que se ande armado em Ayrton Senna na estrada, mas quem tem um carro como deve ser, tem que puxar por ele. É que se andar a 30 ou a 40 não dá com nada, com um BMW ainda mais pavoroso é.

É mais ou menos como ter um mulherão em casa sexualmente disponível 24 horas por dia e 7 dias por semana, e passar o tempo todo fechado na casa de banho a puxar o lustro ao candelabro.

Não posso com estas cenas.

Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011

E porque eu também sou um gajo fútil...





...já posso dizer que tenho os dois pares de ténis que mais cobicei durante toda a minha vida. Vá, durante os últimos anos. Kill Bill style and Freddie Mercury style, respectivamente.

O I Guia online sobre: Como evitar/sair da friendzone. Capítulo II: Diagnosticar o problema

Nem sempre é líquido perceber quando se caiu na friendzone. Pode cair-se nesta zona estéril de variadíssimas maneiras, seja consciente ou inconscientemente, seja levado pela tipa em questão, ou por exclusiva culpa própria... Enfim, uma miríade de razões que não vale a pena estar aqui a aflorar.

Importa sim saber ao certo quando é que se entrou irremediavelmente na temida friendzone.

Caso A: A "amiga" teve o seu relacionamento terminado e sofre dantescamente com o final do namoro/casamento. De quem é que ela se lembra para desabafar, chorar que nem uma madalena, tentar escalpelizar ao máximo o que falhou, e tudo e mais alguma coisa? Pois é, com vocês. E vocês, com uma paciência de Job, aplacam todo o drama, oferecem o ombro amigo, aturam os devaneios e as psicoses várias, tudo na esperança que chova para o vosso lado. Até que um dia ela conta-vos muito entusiasmada que conseguiu ultrapassar o problema - pelo menos em parte - porque foi sair com as amigas, conheceu um tipo qualquer na noite e teve uma noite de sexo fantástico com o gajo. You've been friendzoned. (isto piora se a saída à noite onde ela conheceu o atrasado mental foi justamente convosco)

Caso B: Longos e intermináveis telefonemas ou idas a cafés para conversar, pedir conselhos, falar da amiga X, Y e Z, dos últimos acessórios de moda, das paixonetas que vai tendo, e, acima de tudo, para desabafar. Este é um ponto crucial: se não queres ser alvo da friendzone, nunca te mostres disponível para desabafar. É a morte do artista. Se um gajo quer algo mais que simples amizade com uma mulher, não pode ser o seu confidente, pelo menos num primeiro momento. Tem antes que enveredar pelo flirt, mas este tema será abordado a posteriori. Desabafar é estritamente proibido. Fujam a sete pés dos desabafos. Fui claro? Espero que sim, senão...you've been friendzoned.

Caso C: Ela partilha convosco os pormenores mais íntimos da sua vida sexual, presente ou passada. A páginas tantas, vocês já sabem quanto medem os pénis que ela já rodou, como gosta de fazer os seus fellatios, que sons faz quando atinge um orgasmo, ou pior, que sons fazem os gajos que ela come quando se vêm. Se ela não tiver qualquer pudor em partilhar isto convosco, é porque não vos vê como um potencial amante ou ser que possa vir a ter qualquer relacionamento sexual com ela, uma vez que se assim fosse, fechava-se em copas. Se isto acontecer...you've been friendzoned.

Caso D: Talvez o mais crítico de todos. Os casos A, B e C constam do cardápio, mas tal ainda é mas gritante porque vocês fazem o papel de "amiga" da tipa. Passo a explicar: para além de aturarem todas as tretas e satisfazerem todas as frescuras da gaja, vocês ainda participam em toda a sua vida. São convidados para ir jantar com a família, vão de férias com ela, já são mobília da casa, mas nunca irão passar disso. Ou seja, fazem todo o trabalho de sapa que um namorado tem de fazer, mas não têm a recompensa final, que é o contrapeso de tudo isto: sexo. A partir do momento em que lhe carregam as malas e as compras e não têm qualquer retorno com isso...you've been friendzoned.

Basicamente é isto. Não obstante existirem infinitas formas de cair na friendzone, estas são as mais frequentes e gritantes. Qualquer frase que vos chegue aos ouvidos que soe sequer vagamente a "És como um irmão para mim", "És o meu melhor amigo e confidente", ou "És um homem fantástico, tenho a certeza que vais encontrar a mulher certa para ti", significa que "já foram".

Da incompreensão

Muitas vezes, em conversas num grupo de amigos, apercebo-me que os elementos femininos que integram o respectivo grupo ficam um pouco chocados quando os rapazes dizem "Ter uma filha rapariga é que não, porque nós sabemos a cabeça porca dos homens".

Ora, apesar da verborreia masculina, esta é uma das maiores verdades de sempre!

A sério, a cabeça dos homens, heterossexuais entenda-se, é das coisas mais porcas que existe à face da terra! Não tenham a menor dúvida! Por muito que os homens digam "Eu não, eu sou sensível e muito respeitador", quando vêem uma mulher bonita e/ou jeitosa o seu instinto animal vem ao de cima e as coisas mais porcas que possam imaginar percorrem os seus parcos neurónios!

Aliás, enquanto uma mulher bonita/jeitosa passa, o homem consegue ter relações sexuais imaginárias com ela em 23 posições diferentes numa fracção de segundos! E algumas delas são do mais surreal possível!

E, apesar da controversia do tema, esta é a mais pura das verdades! E se calhar uma das poucas vezes em que falei a sério neste blog, por isso há que registar!

Vamos lá ver se a gente se entende

Já me apercebi que 99 % das vezes que venho aqui escrever são muitos os leitores que pensam que eu e o Dexter somos clones!


Com efeito, NÃO SOMOS! Senão vejamos: quando o incansável Dexter foi pai, eu vim cá escrever um post a felicitá-lo, até porque tenho o grato prazer de ser padrinho do seu filho, o G. Ora, se fossemos uma só pessoa, isto seria, no mínimo, esquizofrénico!


Por outro lado, eu e ele temos fotos nos respectivos perfis e somos, de facto, dois homens diferentes! Fomos colegas de faculdade, tal como o José Piçarra (um dos nossos fiéis seguidores) e fazemos todos parte de um grupo de amigos que se formou para a vida!


Mas, repito, NÃO SOMOS A MESMA PESSOA!


Aliás, basta recordar que eu demorei três meses até conseguir aceder ao blog, até porque sou uma profunda nulidade informática, sendo que, na altura, o Dexter tinha já o blog há 3 anos...

Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Constatação do dia

Uma das vantagens de ter um computador portátil é poder jogar Football Manager na casa de banho.

Dixit.

O I Guia online sobre: Como evitar/sair da friendzone. Capítulo I: Definição

Bem vindos ao primeiro e único grande guia da blogosfera dedicado única e exclusivamente à tão temida friendzone. À partida, cumpre definir exactamente o que se pode e deve entender com esta expressão anglicana, já que é possível que muitos de vós não estejam familiarizados com esta denominação.

Tal como uma tradução literal permitirá concluir, quando fazemos menção à friendzone, estamos a referir-nos a uma "zona de amizade". E o que é que isto tem de especial? A particularidade desta zona é que se trata de um fenómeno assaz frequente quando estamos perante duas pessoas de sexos opostos (ou do mesmo sexo, dependendo da orientação sexual de cada um), em que uma dessas pessoas - normalmente o homem - quer algo mais que uma simples amizade, e em que a outra pessoa - invariavelmente a mulher - quer manter-se pela amizade, não obstante andarem sempre juntinhos para trás e para a frente, passo a expressão.

É um flagelo que atinge grande parte da população masculina, especialmente na adolescência, mas não só: conheço muitos e bons casos de friendzone em idades adultas. Consciente ou inconscientemente, as mulheres são verdadeiras experts neste campo, proporcionando desolação e depressão no sexo oposto. Não obstante ser um facto que já ocorre desde tempos imemoriais, o presente guia pretende auxiliar os jovens mancebos a evitar e, caso já tenham caído na tão famigerada friendzone, a sair dela. No fundo, trata-se de um serviço público, livre e gratuito para quem dele pretender usufruir.

Estejam atentos aos próximos capítulos.

Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

Novidades fresquinhas

Serve o presente para avisar que na próxima semana terá início o guia online sobre "Como evitar/sair da friendzone". Estejam atentos que isto pode dar jeito e eu não duro sempre.

E já agora, reitero os votos de Bom Natal já dados pelo inenarrável Jns.

FELIZ NATAL E UM ÓPTIMO 2012

Meus caros amigos, venho por este meio desejar-vos um Feliz Natal e um 2012 em grande (dentro das limitações que o nosso país enfrenta actualmente - mas tenhamos fé que isto será passageiro)!



O ano que aí vem traz acontecimentos deveras marcantes quer na minha vida, quer na vida do outro escriba e verdadeiro mentor e catalisador deste blog! Por isso e em especial para ele (o inultrapassável Dexter) ficam os meus votos de FELIZ NATAL, para ti, para a RC e para o G., o qual irá comemorar pela primeira vez esta data especial e que 2012 permita-nos continuar a ser tão ou mais parvos como até agora!



FELIZ NATAL!!

Coisas que eu às vezes faço para me divertir quando não tenho nada para fazer

Ir aos blogs mais famosos, onde muita gente comenta, e ler detalhadamente os comentários dos "anónimos". A sério, lê-se com tanta bestialidade e mesquinhice gratuita, que até dá gosto! A tacanhice do ser humano é de facto uma coisa que me fascina.

Claro que há muitas excepções, felizmente. Mas a quantidade de gente que anda por aí a destilar fel é assustadora.

Experimentem fazer isso e depois digam-me o que acharam.

Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011

Perda de personalidade

Não sei como é relativamente a vós, mas comigo acontece muito frequentemente o que vou descrever de seguida.

Eu até me considero um gajo com uma personalidade algo vincada. Porém, existe pelo menos uma situação em concreto na qual essa personalidade vai pelo cano abaixo com uma pinta descomunal.

Basta estar a acompanhar a respectiva numa qualquer loja que não me suscite interesse, por motivos óbvios, como por exemplo lojas de roupa de mulher, de bugigangas, de artigos para a casa, e por aí em diante, para perder o rumo e parecer um verdadeiro banana atrás da Rosa Cueca. Ela vai para a esquerda e eu vou para esquerda. De seguida desloca-se mais um bocadinho para o mesmo lado, e eu faço o mesmo. Depois sai dali para ir para a outra ponta da loja, e mais uma vez, lá vou eu atrás, qual capacho bem mandado. Isto sempre com um ar ausente e meio perdido.

Ou isso ou fico à porta da loja a ir à net no telemóvel.

Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

As prendas de Natal e as criancinhas: nem tudo é assim tão líquido

O enquadramento das ofertas natalícias feito às crianças é bastante propenso a causar alguma confusão naquelas cabecinhas inocentes. Quem é que dá as prendas? O Pai Natal? O Menino Jesus? Os pais? De todos os quadrantes que regem a realidade de uma criança, são estas as três principais fontes que lhe chegam aos ouvidos, fora aquelas que suponho que existam, mas que para bem da minha (pouca) saúde mental agradeço não conhecer.

E atenção que falo por experiência própria. Recordo-me perfeitamente, quando era miúdo, da confusão que me fazia toda esta informação.

Em primeiro lugar, e de acordo com a informação acima mencionada que me era veiculada, ficava mesmo sem perceber quem raio me oferecia os presentes. Faziam todos uma vaquinha - entre Pai Natal, Menino Jesus e os meus pais - e ofereciam-me as coisas? Essa era uma.

De seguida, e caso fosse apenas o Pai Natal a ofertar os presentes, causava-me alguma estranheza como é que um velho com obesidade quase mórbida conseguia andar pelo mundo fora a distribuir presentes em tempo útil a todas as criancinhas. Claro que nunca acreditei naquela cena das renas voadoras, pois achava que ele andava de avião de um lado para o outro. Mas mesmo assim, a história era pouco credível.

Depois, temos o Menino Jesus. Se estávamos a falar de um bebé, onde raio é que ele ia arranjar dinheiro para os presentes? E mais, como é que o puto sabia se nos tínhamos portado bem ou mal? E pior: todos os anos ouvia falar do Menino Jesus...mas ele não cresce?

E os pais onde entram nisto tudo? Eram intermediários, tipo passadores de droga?

Ser criança não é fácil.

Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011

Um dos piores inimigos do homem: o soutien

O homem moderno - dizem as revistas da especialidade - é uma espécie de sedutor inspirado no modelo do Ryan Gosling no filme "Crazy Stupid Love", sendo que uma das características que se destaca é o conhecimento do vestuário feminino, e de todos os seus segredos. Bem, na verdade, acabei de inventar isto, mas achei que ficava bem fazer uma introdução com referências cinematográficas. Mesmo não se tratando de um filme laureado - nem de perto nem de longe - fica sempre bem.

Mas vamos ao que interessa: um dos piores inimigos de um homem é o soutien (não gosto de escrever "sutiã", não tem aquele je ne sais quoi da língua francesa). Não sei se é de mim, ou da minha falta de jeito - já que a minha destreza manual assemelha-se à de um australopiteco - mas eu simplesmente não consigo desapertar o dito cujo. É uma tarefa tão ou mais complicada que descobrir o segredo de um cofre da Securitas. Eu bem que tento andar ali às voltas, puxo de um lado, puxo de outro, tento cruzar os ganchos, e nada. É de um charme descomunal, como se pode imaginar.

Por isso, o conselho que vos deixo é o seguinte: deixem que sejam elas a tirá-lo. Poupam tempo e, acima de tudo, dignidade.

Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

Christmas fail

Hoje estive quase a fazer uma das maiores gaffes, uma das maiores infelicidades dos últimos anos. Já tinha pegado no DVD da Adele ao vivo para oferecer a uma pessoa, quando a caminho da caixa da Fnac tive a clareza de espírito necessária para fazer o dois mais dois e voltar atrás na minha acção.

É que essa pessoa sofreu um dos maiores desgostos amorosos de que há memória, e o álbum da Adele não é propriamente uma mensagem positiva.

Estive prestes a fazer magia, como sempre.

Dois anos

Não sei se deva dizer "já passaram dois anos", ou "ainda só passaram dois anos", uma vez que neste hiato temporal sinto que já fiz e vivi mais do que no resto de toda a minha existência (tive um filho e tudo!).

Porém, lembro-me como se fosse hoje deste dia, e de todo o romantismo (not!) do pedido de namoro: no parque de estacionamento da praia de Carcavelos, ao lado de um carro onde muito provavelmente estavam a traficar droga. Com direito a papelinho de resposta, com o "sim", o "não" e o "talvez", como um bom menino de primária.

Amo-te cada dia mais, se isso é possível.

Domingo, 18 de Dezembro de 2011

Porque é que não compensa ter amantes

Já é uma prática tanto ou mais antiga que a prostituição: cobiçar (e ter) a mulher proibida, ou seja, aquela que não nos pertence. E já se sabe que o adultério e a manutenção de amantes é muito mais frequente do que se possa imaginar. Deduzo que um homem veja na amante aquilo que não encontra na mulher, procurando o melhor de dois mundos. Mas ao enveredar por esta via, o homem comete um erro crasso, dado que não compensa mesmo ter "outra". E porquê? Ora vejamos:

a) Componente financeira
Manter uma amante custa dinheiro. Há que presenteá-la, levá-la a jantar fora, passar um fim de semana idílico num local romântico, e por aí em diante. E quanto mais caprichosa for a tipa, mais onerosa sai, desfalcando a conta bancária de um gajo como se não houvesse amanhã. Por isso meu amigo, se estiveres com ela só e apenas pelo sexo, aconselho uma visita a uma casa de senhoras da vida. Sempre sai mais barato.

b) Stress
Arranjar desculpas sistemáticas para chegar tarde a casa, para atender telefonemas "de trabalho", para justificar aqueles 500 euros a menos na conta e que iam servir para remodelar a casa de banho e ainda para comprar uma bimby, é coisa para deixar um gajo de nervos em franja. E depois ter todo o cuidado para apagar a caixa de mensagens do telemóvel numa base diária, ter de escolher a dedo os sítios onde se vai com a outra para não ser visto em público acompanhado da "amiga", tudo isso serve para tirar anos de vida a uma pessoa.

c) A amante pode ser uma psicótica (muito frequente)
Nunca se sabe qual vai ser a reacção da amante quando o homem quer terminar a relação extra-conjugal. Nunca se sabe se estamos perante uma tipa com um fulgor homicida latente, ou se tem tendência para se tornar numa stalker maníaca, ou, pior, se vai lixar a vida a um gajo, contando tudo à mulher legítima, com direito a fotos e pormenores sórdidos. Estas coisas acontecem na vida real, não estão cingidas aos filmes de Hollywood de série B.

d) A mudança é uma ilusão
A amante só é excitante porque é amante. A partir do momento em que se larga a mulher para ficar-se com a amante, esta fica igual ou pior que a legítima. Em primeiro lugar, porque é mulher, e como tal, só por essa razão, é exigente e dá trabalho. Depois, vai querer do gajo o que a mulher tinha. E pior ainda, vai querer ter mais, porque se andou a penar tanto tempo como amante em segundo plano, agora merece muito mais (diz ela). No fundo, é pior a emenda que o soneto.

Por isso, meus meninos, estejam mas é quietinhos a ver a bola na TV. Não dá trabalho e ainda vivem mais uns anos. Se estiverem insatisfeitos com a relação, ponham um par de patins na dita cuja e partam para outra. Agora amantes é que não. Fica o aviso.

Sábado, 17 de Dezembro de 2011

E não é que acontece mesmo?


(sim, usei uma imagem do 9gag, que falta de originalidade...)

Fenómeno que ocorre quando uma mulher que julgamos não ser nem de perto nem de longe areia para a nossa camioneta: nem que seja por breves momentos, colocamos a hipótese de estarmos perante uma prostituta.

Inclusivamente já presenciei este fenómeno no Bairro Alto, aquando de um périplo nocturno há uns anos atrás. Eu e um amigo estávamos num bar, quando uma tipa jeitosa q.b. se começa a meter com ele. Há que chamar a atenção que o rapaz, não obstante ser uma excelente pessoa, não é propriamente um gajo bem parecido. Mas a miúda lá lhe achou piada e estava a encetar conversa com o rapaz, quando este me puxa e me diz ao ouvido: "Olha lá, acho que a gaja é pêga e eu não curto estas cenas, vamos embora daqui".

E fomos. Quiçá não terá perdido o amor da vida dele.

Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011

Odeio quando isto me acontece

...ter uma ideia para um post com potencial para ter piada, desenvolver essa ideia mentalmente para ter ainda mais piada, chegar a casa, abrir o blogger, e não me lembrar o que era.

Acho que preciso de começar a tomar umas vitaminas.

Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

Ainda sobre os workshops

Agora num registo mais sério acerca dos workshops. A sério que acho completamente desprovidos de nexo e claramente patentes de inveja gratuita certos comentários que li no blog do Arrumadinho. Curiosamente sempre escritos por "anónimos", vá-se lá saber porquê.

E eu nem sou muito suspeito para falar, dado que não concordo com muitos temas e opiniões que ele foca, nem me identifico com a pessoa. O que não significa que antipatize com o rapaz, atenção. Porém, e apesar das manias que o Arrumadinho possa ter - quem não as tem? - o certo é que ele pode ministrar os workshops que quiser e bem lhe apetecer, sobre os temas que lhe aprouver, sem ser necessário ter formação para tal. Ele oferece um serviço, e as pessoas ou o aceitam, ou não o aceitam. Tanto quanto eu sei, ninguém apontou uma pistola à cabeça de outrem para participar naquilo. Uma coisa é fazer uma brincadeira inofensiva acerca do assunto, outra bem diferente é ir para lá mandar bocas desnecessárias acerca do autor.

Esperto é ele, que ainda vai fazer dinheiro com aquilo.

Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

I Workshop do Dexter: como ser uma besta social

A blogosfera ferve com os workshops que pululam por aí como cogumelos frescos, e eu, como não podia deixar de ser, não me quero deixar ficar para trás. Como tal, ofereço os meus serviços para desenvolver um workshop dedicado ao tema em epígrafe. E porquê? Porque é das coisas que melhor faço, porque é uma coisa que me sai com naturalidade, e é uma coisa da qual retiro algum regozijo.

Assim, o mencionado workshop seguirá a seguinte tramitação:

Módulo I: Como ser arrogante e achar que se tem sempre razão
Aqui vão aprender que mesmo que não tenham toda a razão num determinado assunto, têm pelo menos parte dela. Vão igualmente aprender a defender essa réstia de razão manifestando total desprezo pelas opiniões alheias, e por vezes, algum desdém.

Módulo II: Eliminar filtros
Quiçá o módulo mais importante e precioso deste workshop. Os filtros sociais e o politicamente correcto são um dos maiores obstáculos a uma besta social. Muitas verdades ficam por dizer, e acabamos por ser daquelas pessoas que fazem o que a restante carneirada faz: pensa o que toda a gente pensa, mas fecha-se em copas e fica calado. Libertem-se e serão mais felizes.

Módulo III: Relativizar e analisar fria e racionalmente temas sensíveis
Nesta secção, aprenderão a questionar e a escalpelizar os assuntos mais tabu e intocáveis da nossa sociedade. José era mesmo o pai de Jesus? Houve de facto Holocausto ou tudo não passou de propaganda comunista? Existe gente que devia ser esterilizada e impedida de procriar para bem da Humanidade? Aprender a levantar e desenvolver de forma sustentada questões deste gabarito é uma componente nuclear desta formação.

Módulo IV: Curso breve de cultura geral
Para ser uma besta social há que não ser uma anta e saber um pouco de tudo. Só isso nos permite tecer opiniões e comentários acintosos mas providos de razão e propriedade sobre qualquer tema que nos assista. Quando não sabemos algo sobre certo assunto, estamos calados. Evita-se assim passar de besta social a palhaço.

Módulo V: Componente prática
Elaboração de casos práticos, escrita de textos e ensaios sobre determinados temas sugeridos pelo formador, e avaliação final, mediante exame escrito e oral.

Módulo VI: Convívio
Para acabar em beleza, será organizado um jantar e posterior saída com direito a after hours, como nos bons velhos tempos. Porque ser uma besta social não significa necessariamente que se seja anti social.

Para quem estiver interessado, o custo total do workshop ascenderá a €150,00 por pessoa (o que já inclui o convívio), podendo o mesmo ser liquidado em suaves prestações, a negociar com o formador. O pagamento a pronto acarretará um desconto de 10% sobre o valor total.

Vagas: 10 formandos por cada workshop.

Duração prevista: 1 mês.

As inscrições poderão ser feitas a partir de hoje, mediante envio de e-mail para o endereço do blog.

A sexualização dos serviços públicos aplicados à Linha de Cascais

Confesso que não consigo deixar de manifestar alguma estranheza no que diz respeito à voz que anuncia a circulação e o tráfego de comboios na Linha de Cascais (falo desta porque é a única que conheço bem).

Ainda sou do tempo em que as ditas informações eram prestadas pelo funcionário que "estivesse mais à mão", normalmente um senhor que mais parecia ter problemas de alcoolismo, dada a rouquidão da voz provocada pelo bagaço, bem como uma dicção com algumas lacunas. Interpretar aquilo era mais ou menos como conseguir acabar com sucesso o cubo de Rubik em 5 minutos. Ou seja, uma tarefa árdua.

Hoje em dia, e com a crescente informatização de tudo o que é serviço, aquelas vozes roufenhas e algo rudes foram substituídas pela voz de uma senhora que parece estar em pleno processo de engate. Imaginem o que é ouvir "Atenção senhores passageiros, o comboio das 16:20 com destino a Oeiras, vai partir dentro de momentos da linha 2", como se a mencionada senhora nos estivesse a sussurrar ao ouvido uma proposta indecente, com um tom de voz lânguido, convidativo, quase sexual.

Chama-se a isto a sexualização dos serviços públicos. Sei é que isto no Irão não acontecia.

Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011

Consanguinidade

Facto: a consanguinidade é uma cena lixada.

Quando era puto, lembro-me de ouvir a minha mãe dizer que os irmão e os primos (e não só) não podiam ter filhos porque muito provavelmente iriam sair deficientes, ou no mínimo, com uma travadinha qualquer. Acho que foi o meu primeiro contacto com o fenómeno da consanguinidade.

Mais tarde, e através das aulas de História a que assistia, tomei conhecimento que tal fenómeno era prática corrente nas cortes, o que significa que grande parte dos reis que tivemos - se não mesmo todos - estavam "infectados" com esse mal. Aí está a explicação para a queda da monarquia.

E hoje em dia, qual o último resistente da consanguinidade? O D. Duarte, pois claro. Se observarem com atenção, conseguem vislumbrar no nosso Duque de Bragança uns laivos de trissomia latente. Aquele semblante a cair para o patibular, as cordas vocais algo afectadas por algo que falhou no momento da geração do embrião, tudo ali leva a crer que há um cromossoma preguiçoso que é capaz de explicar muita coisa.

E pensar que estivemos entregues à monarquia cerca de 800 anos. Se bem que o que temos tido desde os últimos anos para cá já é um nítido atraso mental, mas não vale a pena falar nisso.

Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011

Uma questão de prioridades. Pois claro.

Por vezes, analisando certas situações a frio, acabo por constatar que é possível que tenha um défice nas prioridades. Bem, não diria um défice, mas sim escolhas no mínimo peculiares. Senão, atentem:

- Aqui há uns meses, o gato cá de casa andava armado em parvo (como sempre, aliás) na dispensa. De entre tantas coisas que lá estavam que podiam cair e partir-se, qual foi a primeira e única coisa que fui salvar? A garrafa de Chivas Regal, pois claro.

- A semana passada, andei cerca de 10 minutos à procura da carteira. A páginas tantas, julguei mesmo que a tivesse perdido, ou deixado no restaurante onde tinha ido almoçar. Estava preocupado com o quê? Com o BI? Com o cartão multibanco? Com o cartão de saúde? Nada disso, o meu pânico, o meu terror, era não saber do Red Pass!

Acho que isto explica muita coisa.

Os gatos e eu

Antes de mais, convém clarificar o que já é certo e sabido: eu não suporto gatos.

E a razão é muito simples. Aliás, as razões. Largam pêlo por tudo quanto é sítio, arranham os móveis, as cadeiras novas acabadas de comprar, o cesto de vime da roupa suja, o cadeirão do computador, o parque do puto, deitam a árvore de Natal abaixo, querem comer tudo o que se põe na mesa, entre muitas outras coisas desagradáveis que nem tenho paciência para colocar aqui de forma a não aumentar os meus níveis de irritação. Porém, existe uma razão fulcral e que pesa mais que todas as outras para esta minha aversão a gatos: não são obedientes e não fazem rigorosamente nada daquilo que queremos. E um homem não gosta disso. Para ter alguém que não controlamos, já bastam as mulheres.

Pelo contrário, um cão é um espectáculo, no que a este ponto diz respeito. Os pobres canídeos são feitos gato sapato pelos donos, cedem a todos os seus caprichos - mesmo que descabidos - e no fim ainda vêm de rabo a abanar e completamente subservientes por terem uma mão que lhes dê alimento. É reconfortante e tremendamente masculino saber que existe um ser que vai buscar a bola que atirámos a uns bons metros de distância, sem questionar a razão de tal accão, só porque sim. Dá-nos a ilusão de poder que tanto precisamos para manter o ego à tona.

Gatos? Distância.

Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011

Palavras para quê? That's me!

Enquanto víamos um daqueles programas para encher chouriços da Fox (se não era a Fox era uma coisa do género):

Eu: Iria jurar que já tinha visto aquela loira nalgum sitio.
Rosa Cueca: (silêncio)
Eu: A sério, a cara dela não me é mesmo nada estranha, e está a fazer-me confusão não estar a ver quem é... Eu conheço-a!
Rosa Cueca: Claro que conheces, amor. Ela é da Playboy.
Eu: (silêncio)

A espalhar magia desde 1984.

Constatação do dia

Sabes que se calhar até te estás a tornar num blogger semi-famoso quando:

a) és reconhecido em locais públicos, como o "Dexter";

b) és alvo (ainda que de forma acessória) de temas de hate-blogging, se bem que inofensivo e que no fundo até atestam verdades.

Quando é que me convidam a publicar um livro? O dinheiro fazia falta. E se a Marta Leite de Castro tem um livro, eu também posso ter.

Deve ser de mim, só pode

Decerto já repararam que nos filmes - e não só nos americanos - o pessoal que vai a conduzir e tem um passageiro ao lado, quando fala com ele insiste em encará-lo e, consequentemente, em desviar os olhos da estrada.

A minha questão é: o que é que comem ao pequeno almoço para conseguirem tal capacidade?

Porque eu, como mero mortal, da última vez que o tentei fazer, ia fazendo a folha a uma velha que ia na passadeira com uns sacos do Lidl. Era capaz de ser uma situação chata.

Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

O Efeito Olhos D'Água

Boobs are boobs. Ou em bom português, mamas são mamas. Independentemente da mulher que lhes está acoplada.

É com este singelo intróito que lanço o mote para a explicação deste fenómeno que atinge a esmagadora maioria da população masculina: o Efeito Olhos D'Água. No código genético dos homens, as mamas (e não seios ou peito, dado que aquele sim, é o nome científico) têm um papel preponderante. Afinal de contas, é de lá que vem o primeiro alimento, onde sentimos o conforto de uma mãe, e mais tarde, outro tipo de conforto. É um must do mundo macho, portanto.

Face ao exposto, e a muitas mais razões que não vale a pena agora explanar, é raro o homem que consiga ter uma conversa com uma mulher sem lhe olhar para as mamas, especialmente se esta tiver um decote. Isto não significa que o homem esteja interessado na mulher, nada disso. É apenas um reflexo: se as mamas estão ali à mão de semear, olha-se e pronto. O Efeito Olhos d'Água cinge-se particularmente àquele momento em que estamos a olhar nos olhos da interlocutora, em amena cavaqueira, mas de um momento para o outro, os olhos escorregam - nem que seja por um milésimo de segundo - para o decote da senhora. Por vezes temos mesmo de nos concentrar e fazer uma força interior para parecermos uns tipos decentes e não cair na tentação.

As mulheres confundem este fenómeno com taradice. Não podiam estar mais erradas: isto é ciência, é genética, está tudo explicado nos livros. É o Efeito Olhos d'Água (fenómeno baptizado por mim no bar da Faculdade de Direito de Lisboa, algures entre 2002 e 2007).

Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011

Constatação do dia

Sempre que passo na Rua do Arsenal, em Lisboa, lembro-me quase automaticamente de genitália feminina. Porque será?

Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011

E um psiquiatrazinho, não?


Já aqui há uns tempos escrevi um post no qual afirmava fazer sempre uma correlação entre a língua castelhana e filmes porno. Basta ouvir aquela musiquinha da pronúncia de nuestros hermanos, que me lembro logo do "rompeste la ventana, ahora tienes de mamar mi....". Adiante.

O pior é que isto não fica por aqui. A patologia é bem mais grave do que possa parecer à primeira vista.

Português com sotaque do Brasil. É inevitável lembrar-me de uma situação ocorrida há uns anos na faculdade. Estava eu na fila do bar, estando à minha frente uma estudante brasileira, que profere a seguinte frase, em tom lânguido e algo terno, até: "Dona Ferrnanda, vou quêrê um suco e uma bagueeeetchiiii". A minha mente poluída fez logo um relacionamento pavloviano e automático com o quê? Pois, isso mesmo.

Asiáticas. Sempre que vejo uma miúda asiática, o melhor de Stanley Kubrick vem até mim. Quem já viu o Full Metal Jacket, recorda-se certamente daquela cena épica da prostituta vietnamita que se bamboleia defronte do Joker e do Rafterman, enquanto diz tiradas clássicas como "Me so hooooooooorny", ou "Me love you long time". Exacto, é disso mesmo que me lembro.

Eu que não me cure que não é preciso.

Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011

Mas alguém repara nisso?

Há coisas que um gajo não tem a mínima noção que precisam ser tratadas quando se prepara um casamento. Aliás, quase nada. Mas existe um pequeno pormenor que um tipo nunca ou raramente pensa, dada a sua aparente inutilidade: os centros de mesa.

Sejam honestos: alguma vez reparam na decoração dos centros de mesa? Pois eu não. No último ano fui a cerca de 4 casamentos e juro que não faço a mais remota ideia de como era a decoração. Vá, admito: em cerca de metade deles já não estava em grandes condições de reparar no que quer que fosse, quanto mais na treta dos centros de mesa.

Adiante.

E fico chocado - pois claro que fico! - com o balúrdio que se paga para a porra de um centro de mesa que faça pendant com o tema (um dia destes também tenho que discorrer sobre isto). Pagar por uma coisa em que ninguém repara, a não ser aquelas tias que vemos de 5 em 5 anos e que somos obrigados a convidar sob risco de censura familiar.

Centros de mesa. Pfff....