Desde pequenos que os homens - ou naquela altura, rapazes - começam a desenvolver toda a mente porca e javarda no que à sexualidade diz respeito. E é também desde muito cedo que muitos putos apregoam uns aos outros que já tiveram experiências sexuais, mesmo que seja mais que óbvio que seja uma treta pegada.
Sejamos francos: de facto, é completamente inverosímil que um puto de 12 ou 13 anos faça o que quer que seja do seu instrumento fálico. Sexualmente falando, claro está. Óbvio que o onanismo é o prato do dia (e até várias vezes ao dia), mas algo que ultrapasse a experiência manual é extremamente improvável.
E é claro que um puto que diga que foi para a cama com uma miúda fá-lo sempre de forma a que a prova do alegado acto seja impossível. Acho que todos tivemos um colega mais saído da casca que após os interregnos de Natal ou de Páscoa - e claro, depois das férias grandes - vinha com a célebre conversa do "comi uma gaja". Convenientemente, era sempre nas férias. E convenientemente, era sempre mais velha, boazona, e nunca era apresentada aos amigos, nem havia fotos nem nada que a identificasse. Todavia, se esta técnica fosse utilizada com parcimónia, servia para aumentar um pouco o status quo de um puto na pré-adolescência. Depois havia sempre aqueles que nunca eram levados a sério, pois "comiam uma gaja" em todas as férias da escola, batendo na mesma tecla para ver se pegava.
Ser homem é fascinante.
Conheço um tipo que na altura tinha 15 anos e que dizia que nas férias de Verão tinha estado com a Francesca, uma italiana mais velha. Consta que hoje em dia esse gajo tem um blog, vai casar-se este ano e até já tem um filho. Que ridículo, esse gajo...
Sejamos francos: de facto, é completamente inverosímil que um puto de 12 ou 13 anos faça o que quer que seja do seu instrumento fálico. Sexualmente falando, claro está. Óbvio que o onanismo é o prato do dia (e até várias vezes ao dia), mas algo que ultrapasse a experiência manual é extremamente improvável.
E é claro que um puto que diga que foi para a cama com uma miúda fá-lo sempre de forma a que a prova do alegado acto seja impossível. Acho que todos tivemos um colega mais saído da casca que após os interregnos de Natal ou de Páscoa - e claro, depois das férias grandes - vinha com a célebre conversa do "comi uma gaja". Convenientemente, era sempre nas férias. E convenientemente, era sempre mais velha, boazona, e nunca era apresentada aos amigos, nem havia fotos nem nada que a identificasse. Todavia, se esta técnica fosse utilizada com parcimónia, servia para aumentar um pouco o status quo de um puto na pré-adolescência. Depois havia sempre aqueles que nunca eram levados a sério, pois "comiam uma gaja" em todas as férias da escola, batendo na mesma tecla para ver se pegava.
Ser homem é fascinante.
Conheço um tipo que na altura tinha 15 anos e que dizia que nas férias de Verão tinha estado com a Francesca, uma italiana mais velha. Consta que hoje em dia esse gajo tem um blog, vai casar-se este ano e até já tem um filho. Que ridículo, esse gajo...
11 confissões:
Até eu, como rapariga, conheci uns quantos rapazes assim, que chegavam ao cúmulo de ainda tentar dar lições aos outros ;-)
Esses que mais falam um dia acabam sempre com uma gaja que manda neles, fazendo deles cachorrinhos. Pelo menos os casos que conheço. Agora não sei é se esse gajo de que falas no último parágrafo (quem será o man?) era de se gabar para além da Francesca, mas se era acho que é a única excepção que conheço no meio dos cachorrinhos que "fazem parte" da minha vida. Acho eu, não é? Eheh, joking! :b
Há sempre uma (ou muitas) histórias dessas, deitadas completamente por terra quando se deita a mão pela primeira vez a um desses meninos e se percebe que não sabem nada do que estão a fazer lol. Tenho uma amiga que foi para a cama com um tipo desse género, mas em versão 18 anos, que, coitadinho, não sabia fazer n-a-d-a.
Wishful thinking nunca matou ninguém. Afinal, nós também já tivemos sexo infindável com os nossos teen idols, porque éramos tão "maduras e irresistíveis".
Bullshit para os dois géneros.
Penso que se fizéssemos mais sexo do que falamos que fazemos seríamos muito mais felizes. Ainda há muita repressão, basta olhar a educação sexual, aquela que os pais dão aos filhos, por exemplo, chega a ser piada.
Quanto a estas histórias contadas, quando se realiza uma pesquisa, a estatística masculina é sempre diferente da feminina, ou seja, os números não conferem, portanto alguém faz e não diz e alguém não faz e diz que faz.
Por muitos anos que viva, nunca vou perceber a necessidade que os homens têm em divulgar os seus supostos comilanços! Até porque toda a gente sabe que cão que ladra não morde! LOOL
Mas essa da Francesca está boa! Tinha de ser italiana para dar um toque mais charmoso à coisa! :p
Francesca? Original vá lá xD. E esse teu amigo *cof cof* foi com ela prá praia? é que essa é uma das mais vendidas xD
@Bê
Ah pois claro. Como se não bastasse andarem a divulgar o feito aos quatro ventos, ainda se armam em entendidos da matéria a dar conselhos aos outros. Típico.
@Inês
É esse mesmo que estás a pensar, é...
@Rosa Cueca
Sempre ouvi dizer que "cão que ladra não morde". E neste caso, esse provérbio aplica-se na perfeição.
@Carolina
E é essa a principal diferença entre homens e mulheres. Uns dizem que fazem e não fazem. Outro(a)s, fecham-se em copas.
@Mushroom
É o chamado ego masculino. Uma coisa que precisa de estar sempre inchada, como sabes.
@Francesca
Esse meu amigo estava de férias na praia com ela! Todos os dias, durante duas semanas. Achas que ele brinca em serviço?
Posso falar sobre esse assunto com propriedade, porque a minha primeira grande paixão, assolapada, foi aos nove anos quando me apaixonei pela minha indelével professora. Mas apaixonei-me mesmo ao ponto de reprovar deliberadamente no exame de admissão ao liceu só para não sair de ao pé dela.
E foi nessa idade que descobri as maravilhas da masturbação, pensando nela.
Mas nunca passei disso e na verdade até era muito tímido com as raparigas, e a minha primeira vez foi aos dezanove anos com uma amiga de dezasseis que sabia tanto como eu. Isto é, nada.
A minha namorada "imaginária" (que só servia para me comparar às petas metidas pelos meus colegas de escola) era a "Filipa", inspirada na figura de uma rapariga que conheci (mas que nem sequer conhecia bem nem era amigo dela ou algo que se parecesse) e que se chamava, efectivamente, Filipa. Ridículo, mesmo, mas sempre mais crível que a Francesca...
Realmente, as estrangeiras são sempre das mais requisitadas nessas férias. Não percebo bem porquê. Certamente que o facto de "viverem noutro país" não é para ajudar a mentira.
Eu também tenho um amigo que comeu uma inglesa, na piscina. Que amigo estranho esse...
@Pássaro
Isso sim, era paixão assolapada!
@Zica
Bem, no fundo até era uma meia verdade, dado que te baseaste numa pessoa real. No caso do meu "amigo", nem sequer se tinha baseado em alguém de carne e osso.
@Rui Pi
O facto de ser estrangeira prende-se pura e simplesmente com a dificuldade, ou impossibilidade, de prova.
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