As pessoas vivem de modas. Quem não se lembra das cigarrilhas e das meninas coquettes dos anos 20? Ou das calças à boca de sino e dos afros dos anos 70. Ou ainda daqueles pentados carregados de mau gosto dos anos 80? Ou do visual ganga dos anos 90 (deliro especialmente com este).
Hoje em dia, tudo gira à volta de modas, não só de vestuário, mas de maneira de estar e de viver. Por isso, gostava de tecer algumas considerações acerca de certas tendências que se têm verificado nos últimos tempos e com as quais me apetece embirrar só porque sim.
Então vejamos... Não sei se já repararam, mas nos últimos tempos, parece que é requisito para se ser apresentador de programas de TV - salvo honrosas excepções - ser-se lariló. Ou parecer ser bichona. Homofobias à parte, claro, que eu não tenho nada a ver com a orientação sexual de ninguém. Mas vejam lá se não é verdade. Temos o Goucha, o Cláudio Ramos, o Baião, e até o Eiró, que se não é, imita muito bem. Pronto, eu talvez esteja a exagerar, e um deles às tantas apanha aqui o blog e põe-me um processo em cima, porque eu sou estúpido o suficiente para pôr a minha fronha ali de lado (isto não sou eu, é um gajo qualquer que tirei da net!), mas a verdade é que a TV está infestada de panisgada e isso é um facto incontornável.
Depois há a moda dos restaurantes fashion e de nouvelle cuisine. Epá, coiso e tal, muito bem, até dá para aumentar o status, mas eu prefiro a um tasco e comer um bitoque como deve ser, cheio de molho e de substâncias alienígenas que decerto irão contribuir para o meu futuro enfarte, ao invés de me apresentarem a porra de um bife que não cabe na cova de um dente, que ocupa cerca de 1/10 do prato e com uma merdinha de salsa em cima a decorar. E tendo em conta que para o bitoque no tasco pago 5€, e no restaurante rococó nunca pago menos de 30€.
Finalmente, a minha embirração de luxo. O japonês. Perdoem-me, porque eu sei que muita gente gosta, mas não consigo achar piada àquilo. Sabe-me mal. Peço imensa desculpa se gosto de comida cozinhada, mas comer peixe cru não é um dos meus desígnios de vida. Juro que me vem uma náusea à boca quando como aquilo. E ainda por cima comer com pauzinhos. Fiquei com trauma, porque uma vez tivemos um almoço do escritório num restaurante japonês, e eu além de não gostar daquilo ainda levava cerca de 2 minutos a levar arroz à boca (e ainda por cima aquele arroz é meio empapado...).
Depois desta breve intolerância cultural e até homofóbica, retiro-me, constatando que a introdução a este post é uma das piores de sempre, porque quase não tem nada a ver com o que é escrito depois.
Hoje em dia, tudo gira à volta de modas, não só de vestuário, mas de maneira de estar e de viver. Por isso, gostava de tecer algumas considerações acerca de certas tendências que se têm verificado nos últimos tempos e com as quais me apetece embirrar só porque sim.
Então vejamos... Não sei se já repararam, mas nos últimos tempos, parece que é requisito para se ser apresentador de programas de TV - salvo honrosas excepções - ser-se lariló. Ou parecer ser bichona. Homofobias à parte, claro, que eu não tenho nada a ver com a orientação sexual de ninguém. Mas vejam lá se não é verdade. Temos o Goucha, o Cláudio Ramos, o Baião, e até o Eiró, que se não é, imita muito bem. Pronto, eu talvez esteja a exagerar, e um deles às tantas apanha aqui o blog e põe-me um processo em cima, porque eu sou estúpido o suficiente para pôr a minha fronha ali de lado (isto não sou eu, é um gajo qualquer que tirei da net!), mas a verdade é que a TV está infestada de panisgada e isso é um facto incontornável.
Depois há a moda dos restaurantes fashion e de nouvelle cuisine. Epá, coiso e tal, muito bem, até dá para aumentar o status, mas eu prefiro a um tasco e comer um bitoque como deve ser, cheio de molho e de substâncias alienígenas que decerto irão contribuir para o meu futuro enfarte, ao invés de me apresentarem a porra de um bife que não cabe na cova de um dente, que ocupa cerca de 1/10 do prato e com uma merdinha de salsa em cima a decorar. E tendo em conta que para o bitoque no tasco pago 5€, e no restaurante rococó nunca pago menos de 30€.
Finalmente, a minha embirração de luxo. O japonês. Perdoem-me, porque eu sei que muita gente gosta, mas não consigo achar piada àquilo. Sabe-me mal. Peço imensa desculpa se gosto de comida cozinhada, mas comer peixe cru não é um dos meus desígnios de vida. Juro que me vem uma náusea à boca quando como aquilo. E ainda por cima comer com pauzinhos. Fiquei com trauma, porque uma vez tivemos um almoço do escritório num restaurante japonês, e eu além de não gostar daquilo ainda levava cerca de 2 minutos a levar arroz à boca (e ainda por cima aquele arroz é meio empapado...).
Depois desta breve intolerância cultural e até homofóbica, retiro-me, constatando que a introdução a este post é uma das piores de sempre, porque quase não tem nada a ver com o que é escrito depois.
